1º Encontro da Mulher da CSB | Federação participa dos debates e reforça luta contra violência no trabalho e feminicídio

1º Encontro da Mulher da CSB | Federação participa dos debates e reforça luta contra violência no trabalho e feminicídio

A Fesspmesp, representada por Clícia Mara Silva Damaceno, responsável da nossa Pasta da Mulher, e pelo presidente Aires Ribeiro, esteve na última quinta, dia 26 de março, no “1º Encontro Nacional da Mulher Trabalhadora”. O evento foi organizado pela Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), na capital paulista e reuniu dirigentes sindicais de todo o País. O objetivo foi debater pautas fundamentais, com destaque para o combate à violência no ambiente laboral e ao feminicídio, temas que atravessam a realidade de milhares de trabalhadoras brasileiras.

COMPROMISSO COM A PAUTA FEMININA

O encontro, coordenado pela secretária nacional da Mulher Trabalhadora da CSB, Antonieta de Faria, foi pensado como um espaço de reflexão e organização do movimento sindical como um todo. “A luta das mulheres não pode ser tratada como um tema à parte, mas como parte essencial do projeto de sociedade defendido pelo sindicalismo”, destacou Antonieta durante a abertura. A proposta é justamente ampliar o olhar sobre as transformações no mundo do trabalho e dar centralidade à experiência das mulheres dirigentes.

Foto: Divulgação CSB

VIOLÊNCIA E FEMINICÍDIO NO CENTRO DOS DEBATES

Entre os assuntos que mobilizaram as participantes, a violência contra a mulher – tanto nos espaços de trabalho quanto na vida pessoal – ocupou lugar de destaque. A ex-ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, foi enfática ao criticar discursos que tentam normalizar o ódio e a misoginia. “Misoginia não é liberdade de expressão. Liberdade de expressão é arte, é poesia, é pensamento. Não pode ser usada para justificar o ódio ou a violência”, afirmou. 

Clícia destaca a importância de levar os debates para os Sindicatos e para os Servidores municipais de todo o Estado de São Paulo:

“Ver tantas mulheres comprometidas com a transformação social e com a defesa da vida nos fortalece. O combate à violência no trabalho e ao feminicídio exige organização coletiva, e a Federação está junto com a CSB nessa caminhada. Saímos daqui com a certeza de que, unidas, somos mais fortes para construir um movimento sindical mais justo, humano e igualitário”.

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